Eu gosto.

Eu gosto de como foi improvável te conhecer, e como tudo aconteceu tão rápido.

Eu gosto dos nossos finais de semanas juntos, e o fato de que desde que nos conhecemos, só passei um deles longe de ti.

Eu gosto dos seus abraços e beijos, gosto das suas mensagens todo dia as 5h45 da manhã. Gosto de te acordar quando estou entediada, gosto de como você não se incomoda com isso. Gosto quando você sente ciúmes de mim, quando você fala pra eu não usar vestido, ou quando você fala “vai, mas vai solteira”. Gosto das nossas brincadeiras, de todo dia saber o que você vai almoçar e te chamar de gordo por isso. Gosto de como nunca assistimos um filme ou uma série completa quando estamos juntos. Gosto de quando você faz almoço, de como você cuida de mim me falando sempre pra ir no médico por causa de qualquer coisa boba… Gosto de te sentir pertinho, falar ‘eu te amo’ bem baixinho e ver seu sorriso. Gosto de dormir de conchinha com você, gosto da nossa intimidade, de como a nossa sincronia é perfeita. Gosto das nossas brigas e reconciliações. Gosto de segurar sua mão, de beijar seu rosto, de ouvir sua voz.

Eu gosto de sua dedicação, amor e paciência. Gosto de como você mudou minha concepção sobre esse namoro, de ser conquistada por você todos os dias, de sentir sua falta quando ficamos sem nos falar, de odiar segundas-feiras (porque só nos vemos de final de semana). Gosto de de acordar num sábado e saber que é dia de te ver, e até gosto de ficar 1h30 (mais ou menos) num trem, pra te encontrar. Odeio que você more longe, mas gosto de que cada esforço que fazemos pra nos ver, é algo que nos aproxima todos os dias.

Gosto de quando você me trás de volta pra casa, e sempre fazemos as mesmas coisas em pontos chaves. Gosto de quando você me conta algo sobre os lugares que passamos, de como você me ajuda com as provas, de falar com você enquanto estou em aula. Gosto de fazer planos, de ser pedida em casamento toda vez, de sonhar em morar junto com você.

E por fim, não preciso dizer em como eu gosto, gosto e gosto de você, né?
Te amo, gordo.

Carol.