Everything has changed

Em meados de 2015 nós nos reencontrávamos. Nessa época, eu escrevi aqui, por três diferentes vezes e foram palavras bonitas. Transmitiram muito bem tudo que eu senti e de alguma forma doida, gostaria que você soubesse.

Ai a vida deu suas voltas, e você voltou pra mim, ainda que por pouquíssimas horas. Tu tava lá e isso que importa.

Eu devia agradecer aos céus, deuses, destino… mas só agradeço a nós dois mesmo. Nada mudou. 

Por algumas horas, eu pude ver seu sorriso, ouvir sua voz e sentir seu cheiro. O contato de nossa pele tinha química e repetíamos isso incansavelmente, quase como uma oração. Nós dois somos pura química, paixão, desejo, amor… Eu gosto de você pelo que você é de um jeito que nunca gostei de ninguém nesses 25 anos. Eu desejo seu bem, ainda que seja longe, muito longe de mim. Te ver feliz me faz feliz de um jeito… Eu amo te ver sorrir.

Eu continuo sem poder dizer seu nome, agora mais do que nunca. Mas eu o repeti por diversas vezes sozinha, enquanto relembrava os detalhes de tudo que passamos de 2015 pra cá.

Será que um dia poderemos ser?

Eu não ligo se não rolar e se o eu e você nunca for um fato consumado. Eu não ligo se a gente continuar se desencontrando por aí. Não ligo de sermos de outras pessoas, de outros amores… Nossa memória continuará viva, apaixonada e em paz. Eu sempre vou gostar de você. Não sei se sempre estarei aqui pros seus beijos, mas prometo mesmo sempre gostar de você. Com seus ideais, sonhos, loucuras. Seus beijos, abraços e conversas. Você me fascina de um jeito… Me faltam palavras. Você me ouve, respira… me toca, e assim, num passe de mágica tudo muda. As coisas não serão mais as mesmas, de novo. 2017 me trouxe a melhor das surpresas. Te ver, como todas as vezes que te vi, fez com que eu esquecesse da vida, dos problemas.

Eu queria poder ter mantido aquele último abraço por mais tempo. Sempre que tu vai embora, tu leva uma partezinha do meu coração contigo. Eu fico aqui, incompleta, quase como se essa parte do coração me mantesse viva, mas eu continuo aqui. Esperando e te esquecendo conforme a gente vai vivendo longe. Lá no finzinho, eu sei, sempre sei que o mundo dá suas voltas e a gente se reencontra em uma delas. É nosso jeitinho de lidar com esse mundão injusto, que não merece nós dois juntos num timing que funcione. Nossa relação continua tendo empecilhos, como sempre teve, mas amadurecemos com isso. Eu to feliz que pudemos enganar o destino um pouquinho pra matar as saudades. Ainda não é nossa hora, baby.

Torço pra que um dia seja.

Volte sempre que puder.

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